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1. Título
A
emoção
na
percepção
do
professor
pré-escolar. Um
estudo
com
base
obra
de Henri Wallon
2. Descriptores
Emoção , profesor, aluno , sala de aula
3. Investigadores
Ana Rita Almeida
4. Introducción
Ainda, hoje, as dimensões afetivas e cognitivas do funcionamento
psicológico têm sido concebidas de forma separadas. Com efeito,
são poucos os estudos que contemplam o processo de conhecimento
articulado ao processo afetivo; uma compreensão importante para
áreas como a Educação. Desse modo, a escola tem estado à margem
dos estudos sobre o desenvolvimento afetivo da criança uma vez que
a atividade intelectual, vista isoladamente, tem sido o grande
panorama discutido nas academias.
Contudo, alguns autores como Henri Wallon em 1925, já expressavam
a importância de considerar o indivíduo em sua totalidade, ou
melhor, de investigar a criança sem subestimar a estreita relação
entre os aspectos afetivos e cognitivos no desenvolvimento humano.
Acredita-se na importância capital da escola para o
desenvolvimento da personalidade infantil. Com isso, sua
responsabilidade ultrapassa o mero provimento do desenvolvimento
intelectual e se estende à construção da personalidade. A idade
escolar proporciona à criança a possibilidade de estabelecer
relações diversificadas e facultativas. Esta oportunidade, de
conviver num ambiente menos estruturado e menos estável do que a
família, proporciona a participação em grupos, cuja integração
inclui seguir regras, assumir tarefas e , principalmente,
reconhecer suas capacidades e respeitar a si próprio mediante o
outro.
A criança quando vai para a escola, leva consigo tanto os
conhecimentos já construídos, quando os prelúdios de sua vida
afetiva. É evidente que a pré-escola é um espaço onde as emoções
são mais frequentes e transparentes e o professor tem um papel
essencial no desenvolvimento afetivo da criança. O adulto, nesse
caso o professor, deve ter clareza sobre o que é emoção, como
funciona, para poder administrá-la em si e no outro. É um grande
desafio, uma vez que os progressos da inteligência, que são
responsabilidade do professor dependem, em grande parte, do
desenvolvimento da afetividade.
O presente trabalho, buscou discutir a percepção que o professor
tem sobre a emoção na sala de aula. Através de uma entrevista
gravada, contendo um roteiro de questões abertas e específicas,
buscou-se saber se as professoras identificam as emoções na sala
de aula e como a elas reagiam.
5. Población o muestra
Fizeram parte da amostra 6 professoras de uma pré-escola da rede
particular. Havia entre elas uma média de cinco anos de
experiência na atividade profissional, mas apenas quatro possuíam
nível universitário.
6. Método
O instrumento utilizado foi uma entrevista gravada. O roteiro da
entrevista possuía questões abertas que indagavam sobre a
percepção das professoras sobre a emoção. Além disso, foram
utilizadas questões específicas sobre as três emoções básicas:
alegria, medo e raiva, abordadas por Wallon em sua teoria.
Decidiu-se trabalhar com a análise de conteúdo por permitir
sustentar uma preocupação primaz deste trabalho: a relação entre
os dados extraídos do discurso das professoras e o referencial
teórico walloniano.
7. Resultados
Constatou-se que foge à percepção das professoras a
indissociabilidade dos aspectos afetivo, cognitivo e motor na
atividade intelectual. As professoras apresentaram , também, um
conceito limitado de afeto, daí a insistência em se caracterizarem
como “tia” , confundindo emoção com sentimento e não percebendo a
estreita relação entre afetividade e inteligência. Os resultados
permitem apontar o estudo da afetividade como uma lacuna na
formação do professor.
8.
Conclusiones
A ausência de uma formação profissional que aborde o estudo da
afetividade e suas implicações com a atividade intelectual traz
prejuízos para a educação. Suas conseqüências atingem o âmbito da
sala de aula imbricando as interações onde se estabelece a
prática pedagógica. É necessário compreender a afetividade como
uma companheira fiel da inteligência. Negligenciar a sua
importância para o indivíduo é desconhecer a relação de
complementariedade entre o pensar e o sentir no desenvolvimento
humano.
10. Contacto
Ana Rita Almeida
analmeida64@hotmail.com
Referencias
Wallon, Henri.
A
evolução psicológica da criança. Lisboa, Edições 70, 1968 (1ª ed.
1941, Paris).
Wallon, Henri.
Psicologia e educação da infância. Lisboa, Editorial Estampa, 1975
(1ª ed. 1973, Paris).
Wallon, Henri.
As origens do caráter na criança. São Paulo, Difel, 1971.
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1. Título
La producción científica argentina en psicología: Un análisis de
la visibilidad e impacto en el ámbito internacional y su
comparación con países de la región.
2. Descriptores
Psicología, Producción científica, Análisis bibliométrico,
Argentina
3. Investigadores
Gustavo Liberatore, Fac. Humanidades. Depto. Documentación.
Universidad Nacional de Mar del Plata.
Ana María Hermosilla, Fac. de Psicología. Universidad Nacional de
Mar del Plata.
4. Introducción
Se realiza un análisis bibliométrico de la producción científica
argentina en el área de la psicología recogida por las bases de
datos ISI (Social Science Citation Index y Science Citation Index)
procurando determinar el volumen, visibilidad e impacto de la
misma. Paralelamente se establece una comparación con los
principales países de la región a fin de corroborar la posición
que ocupa el país en el contexto internacional dentro de la
disciplina.
5. Población o muestra
Se analizó la producción registrada en las bases de datos del ISI
(SCI Expanded, SSCI y A&HCI) en el período comprendido entre
1995-2005.
6. Método
Los indicadores recogidos para este estudio son los siguientes:
• Producción.
• Filiación institucional de los autores.
• Filiación georgráfica de los autores.
• Colaboración internacional.
• Revistas fuente.
7. Resultados
El volumen total arrojado es de 309 trabajos publicados para el
período calculado. En cuanto a la filiación institucional de los
autores, el dato más sobresaliente es la posición que ocupan las
universidades públicas, generando algo más del 60% de la
producción científica. Del total de trabajos recuperados sólo el
27% registra colaboración internacional. Dentro del contexto
latinoamericano, Argentina aparece como el tercer país en términos
de producción científica en psicología dentro de las bases de
datos ISI, por detrás de México y Brasil.
8.
Conclusiones
Argentina ocupa un lugar de relevancia en la producción científica
en psicología en el contexto latinoamericano aunque a una
considerable distancia de los otros dos países con mayor peso en
la región, México y Brasil.
Si bien es cierto que existe una producción registrada en fuentes
no indizadas por el ISI y de la cual carecemos de datos
fidedignos, es importante resaltar que las publicaciones
existentes en estas bases de datos reflejan en gran medida la
visibilidad internacional de un campo científico en un contexto
geográfico particular. Resulta por tanto un buen espejo para
establecer comparaciones y evaluar desempeños.
10. Contacto
Lic. Gustavo Liberatore
gliberat@mdp.edu.ar
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