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Health Psychology - Psicología de la Salud 
 
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1. Título
O apoio matricial segundo equipes de serviços substitutivos em saúde mental no município de Natal/Rn
 
2. Descriptores
Reforma psiquiátrica, saúde mental, apoio matricial, CAPS
 
3. Investigadores
Edilane Bezerra y Magda Dimenstein, Programa de Pós-Graduação em Psicologia/UFRN
 
4. Introducción
Com o processo de Reforma Psiquiátrica surge em todo o Brasil uma série de serviços que se configuram como novas formas de intervenção frente à loucura, isto é, propostas substitutivas que visam à transformação da estrutura manicomial, possibilitando uma nova e complexa realidade no campo da Saúde Mental. Os Centros de Atenção Psicossocial/CAPS são exemplos disso. Atualmente um dos grandes desafios é a incorporação da saúde mental na atenção básica. Para tanto, o Apoio Matricial foi recentemente incorporado pelo Ministério da Saúde como estratégia de gestão para a construção de uma rede ampla de cuidados em Saúde Mental. Desviando a lógica de encaminhamentos indiscriminados para uma lógica da co-responsabilização, o Apoio Matricial visa produzir maior resolutividade na assistência em saúde mental.
 
5. Población  o muestra
Totalizaram-se 17 entrevistas, distribuídas entre as seguintes categorias profissionais: 7 psicólogos, 3 assistentes sociais, 3 enfermeiras, 3 psiquiatras e 1 nutricionista. Dentre estes profissionais, alguns exerciam o cargo de coordenação dos serviços.
 
6. Método
Foi elaborado um roteiro de entrevista semi-estruturada, com os profissionais do  CAPS II (Leste e Oeste) e CAPS ad (Norte e Leste), na cidade de Natal/RN.
 
7. Resultados
Importância Da Proposta: Trabalhar no território, não se limitando ao espaço físico do CAPS; Articulação com a rede de saúde como um todo e com a comunidade, desempenhando uma assistência integral; Possibilidade da troca de saberes e de experiências, além do assessoramento às unidades básicas de saúde.
Dificuldades Em Relação À Implementação Da Proposta Do AM: Falta de capacitação dos profissionais da rede básica para lidar com as demandas relativas à saúde mental; Não envolvimento dos profissionais da rede, especialmente do médico, na implementação da proposta; Tal postura está ancorada em um modelo de saúde que privilegia o médico e o medicamento. Tais profissionais, na opinião dos entrevistados, não se envolvem por dois motivos: alegam não ter capacitação específica e, por outro lado, tendem a centralizar suas ações na medicalização.
Estratégias De Implementação: Fórum Municipal em saúde mental, contando com a participação de todos os serviços especializados e das unidades básicas de saúde, onde os profissionais relataram suas dificuldades e experiências voltadas para o apoio matricial; Reuniões distritais.
Tipo De Demanda Da Atenção Básica Que Sugere A Necessidade Do Trabalho Do AM: Sabe-se da enorme demanda em saúde mental na atenção básica relativa especialmente ao consumo abusivo de álcool e outras drogas, problemas de violência, etc. O intuito é que os CAPS exerçam a função de apoiadores para auxiliar no manejo das demandas de saúde mental nas UBS’s. Há necessidade de se ter mais profissionais nos CAPS envolvidos com a proposta, porque o AM para ser resolutivo em suas ações, demanda a participação de todos.
 
8. Conclusiones
Há uma evidente desarticulação entre a rede básica e a especializada. Os profissionais inseridos nos CAPS desconhecem não só as Unidades de Saúde da Família, mas os outros serviços substitutivos da rede. Os profissionais dos CAPS sugerem como estratégia que eles mesmos visitem os outros CAPS para ter conhecimento do que cada um vem realizando. Uma maior integração entre os serviços propiciaria uma reflexão sobre essas práticas e, possivelmente, o estabelecimento de uma outra forma de atuar, mais resolutiva e mais eficaz, principalmente para o usuário, que não ficaria sem referências. Ademais, o AM pode atuar como uma estratégia de fortalecimento ou estabelecimento de uma rede de atenção integral, articulando as ações dos diversos profissionais que irão se responsabilizar juntos pelos projetos terapêuticos dos usuários. É necessário se trabalhar em equipe, trocando experiências, através da co-responsabilização, com o papel fundamental de contribuir com seus saberes para aumentar a capacidade resolutiva da equipe local.
 
10. Contacto
Edilane Bezerra
edilane_regis@hotmail.com
 
 

 

 
 
1. Título
Estimulación del pensamiento creativo en un grupo de personas de la tercera edad de la C. de Mérida, Yucatán.
 
2. Descriptores
pensamiento creativo, creatividad, tercera edad, estimulación.
 
3. Investigadores
Eric José Gamboa Ruiz, Universidad Autónoma de Yucatán
 
4. Introducción
Se realizó la investigación con el propósito de estimular el pensamiento creativo en un grupo de personas de la tercera edad de la C. de Mérida, Yucatán.
Pregunta de investigación: ¿podrá estimularse el pensamiento creativo de un grupo de personas de la tercera edad de la C. de Mérida, Yucatán?
 
5. Población  o muestra
Dos grupos pertenecientes a los Clubes del Adulto Mayor que coordina el DIF Municipal del Estado de Mérida. El grupo control estuvo conformado por 22 personas, mientras que el grupo experimental, por 20. El 95.2% de las personas (40) fueron mujeres, mientras que el 4.8% (2) fueron hombres. El rango de edad fluctuó entre los 46 y 82 años con un promedio de 66.90 ± 7.917 años.
 
6. Método
Se implementó un estudio de tipo teórico, descriptivo, efectuado en un ambiente natural, de tipo experimental y longitudinal en dos grupos pertenecientes a los Clubes del Adulto Mayor que coordina el DIF Municipal del Estado de Mérida, a partir de un diseño de preprueba, posprueba y grupo de control intacto (Hernández, Fernández y Baptista, 2004). Para medir la creatividad gráfica a través de sus tres dimensiones: flexibilidad, fluidez y originalidad, se empleó como instrumento la Hoja Estímulo (Forma A) de Duarte (1997). Para la estimulación del pensamiento creativo, se empleó una selección de actividades contenidas en el Modelo para la Estimulación del Pensamiento Creativo (MEPC) de Duarte (2001).
 
7. Resultados
Los resultados obtenidos indican que existe una diferencia estadísticamente significativa entre el grupo control y el grupo experimental en la dimensión de originalidad de la creatividad gráfica después del tratamiento. (Ji2 = 51.494, gl = 30, p = .009).
 
8. Conclusiones
Los hallazgos señalan la importancia que tiene la estimulación cognoscitiva en los adultos mayores como una forma de mejorar su calidad de vida. Permiten implementar estas acciones al DIF Municipal en cada uno de los Clubes del Adulto mayor, al mismo tiempo que facilitan el mejor trato a este segmento de población tan marginado.
 
10. Contacto
Eric José Gamboa Ruiz
consultoria_en_psicologia@hotmail.com
eric.gamboa@uady.mx
 

 

 

 
 
1. Título
¿Cómo explican sus síntomas psicosomáticos los estudiantes de psicología? (How explain their psychosomatic symptoms the psychology students?)
 
2. Descriptores
Psicosomático, síntomas, somático
 
3. Investigadores
Mónica Teresa González Ramírez y René Landero Hernández, Facultad de Psicología, Universidad Autónoma de Nuevo León.
 
4. Introducción
Los trastornos psicosomáticos son aquellos en que existe una dolencia física, junto con la posibilidad de que factores psicológicos puedan vincularse a su aparición, mantenimiento o agravamiento; mientras que en la somatización el diagnóstico médico no proporciona justificación de los síntomas. Actualmente la investigación entorno a los trastornos psicosomáticos se centra en su origen multifactorial; sin embargo, en diferentes estudios se ha reportado que los pacientes se resisten a los intentos de someter a discusión la posibilidad de que los síntomas tengan un origen psicológico. Así, surge el interés por analizar ¿cómo explican sus síntomas físicos los estudiantes de psicología?
 
5. Población  o muestra
se evaluó una muestra representativa de 365 estudiantes de una facultad de psicología.
 
6. Método
Se utilizó la escala  Patient Health Questionnaire (PHQ) para medir síntomas, agregando opciones de respuesta donde los sujetos indicaban a que atribuían sus síntomas (enfermedad, estrés, menstruación u otras causas).
 
7. Resultados
De los sujetos que presentaban síntomas, la mayoría los atribuía al estrés. Por ejemplo, el 71.92% de los sujetos que reportaron dolor de cabeza lo atribuyeron al estrés; asimismo, el 48.28% de los que reportaron estreñimiento, movimientos intestinales o diarrea lo atribuyeron al estrés. Pocos sujetos mencionaron otras causas; entre las razones mencionadas se encontraban la mala alimentación, fumar, lesiones causadas por deportes y mala postura al dormir. Cabe resaltar que un sujeto mencionó que sus síntomas eran manifestaciones psicosomáticas.
 
8. Conclusiones
los resultados enfatizan la necesidad de incluir talleres para manejo del estrés donde los estudiantes aprendan las técnicas para su futuro rol de terapeuta y mientras tanto las autoapliquen; se aborda la necesidad de difundir en otras poblaciones el origen multifactorial de los síntomas psicosomáticos.
 
10. Contacto
Mónica Teresa González Ramírez,
monygzz77@yahoo.com
 

 

 
 
1. Título
As práticas terapêuticas do CAPS e a experiência cotidiana de usuários e seus familiares (The CAPS therapeutic practice and the everyday experience of users and their families)
 
2. Descriptores
Reforma psiquiátrica, Serviços Substitutivos, usuários, familiares, experiência cotidiana.
 
3. Investigadores
Ana Kalliny Severo, Frederico Leão y Magda Dimenstein, Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN, Natal – Brasil
 
4. Introducción
A Reforma Psiquiátrica consiste em uma mudança na concepção de loucura e do que ela representa em nossa sociedade. Nesse processo investe na criação de novos dispositivos de cuidado como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) que pretendem substituir os hospitais psiquiátricos. Os CAPS são unidades de saúde articuladas à rede de unidades sanitárias buscando mediações entre serviços, usuários, familiares e destes com equipamentos sociais territoriais. Este trabalho teve como intuito conhecer de que forma as ações desenvolvidas em um CAPS de Natal estão repercutindo no processo de reabilitação psicossocial dos usuários e no cotidiano dos familiares.
 
5. Población  o muestra
Usuários: 03 do sexo feminino e 02 do sexo masculino, com idade superior a 30 anos.Familiares cuidadores: A maioria, do sexo feminino (2 mães e 1 filha) e 1 irmão.
 
6. Método
Entrevistas semi-estruturadas com 05 usuários de um CAPS e 04 familiares, sendo estes residentes na área de cobertura das equipes de PSF do Bairro de Bom Pastor Natal/RN (Brasil).Estas entrevistas foram realizadas a partir de visitas domiciliares, que foram registradas em um diário de campo. Com o material obtido nas entrevista e no diário de campo, formulou-se categorias  para a análise e discussão, descritas no item a seguir.
 
7. Resultados
Atendimento No Caps: Os usuários são atendidos há 8,5 anos, em média. Somente dois estão no serviço há menos que 5 anos.
Papel Da Internação Psiquiátrica: A avaliação é negativa, onde há repulsa pelos métodos asilares e pela produção de doença e a conseqüente ratificação dos diagnósticos psicopatológicos.
a) Para os usuários: o hospital aparece como lugar de maus-tratos e violência e de produção de doença mental. Muitos comportamentos patológicos atribuídos à loucura foram produzidos pelo confinamento/institucionalização.
b) Para os familiares: a utilidade dos hospitais psiquiátricos se apresenta de maneira ambivalente onde se percebe a internação como maléfica e ao mesmo tempo útil diante de crises, pois promovem um certo “descanso” para os familiares cuidadores. A reduzida rede social desses usuários e a possível desassistência em saúde mental para os familiares contribuem para esse paradoxo.
O Diagnóstico E A Vida Cotidiana: a) Usuários: explicação da eclosão da crise a partir de atividades cotidianas anteriormente desempenhadas. Atividades centrais (trabalho e estudo) na modernidade refletem a disciplinarização do espaço e do tempo, sendo ônus de exigência cada vez mais elevado sobre os corpos individualizados, tendo como um de seus efeitos a marginalização daqueles que por algum motivo não “suportam” o processo. A impossibilidade de exercê-las gera condições concretas de isolamento social e exclusão da loucura, tal como na condição de “invalidez”, e psicopatologização através do diagnóstico.
b) Familiares: Relações de tutela e de autonomia. As relações tutelares com a loucura perpassam todo o corpo social, bem como o ambiente doméstico, indo além do cuidado com o “inapto”, expressando a insegurança diante daquilo que pode fugir ao controle.
Caps E Ordenamento Da Vida: O CAPS se coloca como um “mecanismo curador” em substituição aos hospitais psiquiátricos, na medida em que trabalha com indivíduos diagnosticados patologicamente, intervindo sobre estes. Aparece também como espaço de lazer e interação social, sendo um dos únicos lugares de referência para o usuário, produzindo efeitos bastante elogiados pelos participantes da pesquisa.
 
8. Conclusiones
Chamamos atenção para o fato do CAPS ser atravessado por lógicas antagônicas, mas em articulação: de um lado ancora suas práticas nas idéias de doença, patologia, apresentando-se como mecanismo curador. Por outro lado, trabalha para a desconstrução da loucura enquanto doença investindo na reabilitação psicossocial. Em função dessas contradições, observamos que o lugar do hospital psiquiátrico encontra-se preservado, que a maioria das práticas está restrita aos serviços e têm pouca articulação/circulação pelos espaços da cidade, que há um temor de usuários e familiares quanto à alta na medida em que perderiam o acesso a benefícios que de outra forma não teriam, fatores que contribuem para a permanência prolongada de usuários nesses serviços.
 
10. Contacto
Ana Kalliny Severo
kallinysevero@yahoo.com.br
 
 
 
1. Título
Integralidade e articulação da rede de saúde mental na atenção básica de saúde do sus (Brasil) (Principle of integrality and it articulation with web of mental health care at health basic care in Brazil)
 
2. Descriptores
Integralidade, saúde mental, atenção básica de saúde, integrality, mental health, health basic care.
 
3. Investigadores
Alex Reinecke de Alverga, Ana Kalliny Severo, Monique Brito, Clariana Cabral y Magda Dimenstein, Universidade Federal do Rio Grande do Norte/UFRN, Natal – Brasil
 
4. Introducción
O princípio da integralidade é um eixo fundamental do SUS. Como orientador das práticas e da política, implica na recusa do reducionismo, propicia uma leitura ampliada da intervenção cotidiana. Um dos grandes desafios para a ampliação deste princípio é a efetivação de ações de saúde mental na atenção básica, campos em que, não obstante os significativos avanços da Reforma Psiquiátrica para transformação de um modelo asilar, historicamente apresentam-se divorciados.
 
5. Población  o muestra
Realizar um levantamento do perfil de usuários de medicação psicotrópica e egressos de instituições psiquiátricas dos moradores do bairro de Bom Pastor (Natal, Brasil) assistidos pelas equipes do Programa de Saúde da Família.
 
6. Método
A investigação contou com 160 pessoas e ocorreu através de um questionário semi-estruturado visando identificar os dados sócio-demográficos e de referência familiar, os cuidados efetuados pela família aos usuários, o histórico de internação psiquiátrica, uso de medicação psicotrópica, bem como os aspectos do cotidiano dos moradores de Bom Pastor. A aplicação dos questionários ocorreu através de visitas dos pesquisadores responsáveis juntamente com os Agentes Comunitários de Saúde aos moradores em suas residências, privilegiando, na medida do possível, que as informações fossem prestadas pelos próprios sujeitos e quando isto não era possível a complementação das informações acontecia com os responsáveis ou parentes mais próximos.
 
7. Resultados
Observamos que a participação da UBS (porta de entrada para a rede de saúde) embora tenha sido o principal destino para a maior parte dos entrevistados, demonstrou índices quase semelhante à participação do Hospital Psiquiátrico, questão que alerta para a persistência do modelo hospitalocêntrico nos cuidados em saúde mental. Destacamos também a não utilização de outros recursos terapêuticos, além do medicamentoso por parte da população pesquisada. A participação de instituições religiosas como a principal fonte de apoio ou de outros cuidados utilizados recebe a influência da própria constituição do bairro que possui em uma instituição religiosa um dos marcos fundadores da bairro, o Instituto Bom Pastor. No tocante ao acompanhamento atual este quadro se modifica para uma maior participação da unidade de saúde do bairro (UBS), contudo ao se relacionar com a prática exclusiva do uso da medicação psicotrópica para a maioria dos entrevistados, evidencia a reedição da já tão conhecida prática da “troca de receitas”. Além disso, a tímida participação da rede substitutiva ao hospital psiquiátrico, como os Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), aparece como mais um agravante dos restritos cuidados em saúde mental que estas pessoas estão submetidas .Soma-se a situação o extenso período de mais de 10 anos de uso da medicação na maior parte dos casos, sem o devido acompanhamento. A excessiva prescrição e consumo de benzodiazepínicos com função de ansiolítico, hipnótico, miorrelaxante e anticonvulsivante é um quadro bastante comum no Brasil e em diversos outros países. Contudo, a feição que estas atitudes assumem enquanto o tipo quase exclusivo de atenção em saúde mental prestado aos seus moradores parece ser um dos pontos mais problemáticos para a efetivação de leituras ampliadas nas demandas em saúde mental na atenção básica.
 
8. Conclusiones
Percebemos como problemático o fato da atenção em saúde mental recebida para a maioria dos entrevistados ser exclusivamente medicamentosa, que a UBS responda ainda de maneira muito tímida enquanto porta de entrada para questões articuladas à saúde mental, contribuindo para a fragilização de uma rede de cuidados em saúde mental e cooperando para a secularização do manicômio. O uso indiscriminado de psicotrópicos sem o devido acompanhamento, por um longo período e a insistente prática da internação manicomial parecem articular uma leitura diferente para o aparente divórcio da atenção básica e saúde mental. Assim, as estratégias e mecanismos de de controle da vida podem contribuir para visualizar a união insidiosa que ocorre atualmente a céu aberto, mas que os aspectos micropolíticos, fluídos e flexíveis desta união dificultam a nossa percepção, inviabilizam a sua localização ao passo que potencializa os efeitos de dominação e violência, anteriormente privilégio das instituições de confinamento como o manicômio.
 
10. Contacto
Alex Reinecke de Alverga
alexreinecke@terra.com.br
 
 

 

 
 
1. Título
Funcionalidad familiar, apoyo social y síntomas psicosomáticos (Family function, social support and psychosomatic symptoms)
 
2. Descriptores
Familia, apoyo social, síntomas  psicosomáticos
 
3. Investigadores
René Landero Hernández y Mónica Teresa González Ramírez
 
4. Introducción
La funcionalidad en la familia y sus recursos como el apoyo social juegan un papel importante en el proceso generador de la enfermedad y en su rehabilitación (Arias y Herrera, 1994). La familia puede actuar como factor de riesgo para los síntomas psicosomáticos, ya que las demandas ambientales excesivas o inadecuadas implican un proceso de adaptación excesivo por parte del organismo que, unido a una vulnerabilidad previa y a factores de aprendizaje, puede conducir a la enfermedad psicosomática (Mardomingo, 1997). Por otro lado, se ha encontrado que las personas con un nivel alto de apoyo social presentan menos síntomas psicológicos y físicos (Estrada y Alcaraz, 2005). Considerando la interacción entre estas variables el objetivo del estudio fue: explorar la relación entre funcionalidad familiar, apoyo social y síntomas psicosomáticos.
 
5. Población  o muestra
Se trabajó con una muestra de 506 estudiantes universitarios (19.2% hombres y 80.8% mujeres), todos de psicología, con edad promedio de 20.71 años (D.E.=3.39).
 
6. Método
Para la medición de variables se utilizaron los cuestionarios Duke-UNC, APGAR familiar y Patient Health Questionnaire (PHQ). Para los análisis se utilizó la correlación de Spearman ya que los datos no mostraron normalidad.
 
7. Resultados
Todas las correlaciones fueron significativas, siendo la más fuerte entre funcionalidad familiar y apoyo social (rs= .552; p=.001). Entre síntomas y apoyo social (rs= -.197; p=.001),  y síntomas y funcionalidad familiar (rs= -.195; p=.001) las correlaciones fueron negativas. Al tomar en cuenta cada aspecto de la funcionalidad familiar evaluado en el APGAR los 5 ítems correlacionan significativamente con apoyo social, no así con los síntomas, donde la comunicación en la familia y la percepción de afecto no correlacionaron significativamente.
 
8. Conclusiones
Se discuten las implicaciones de estos resultados, se aborda la necesidad del trabajo con la familia para la prevención y tratamiento de los síntomas psicosomáticos, incluyendo el apoyo social como un componente de las intervenciones.
 
10. Contacto
René Landero Hernández
rlandero1_mx@yahoo.com.mx
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
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